terça-feira, 22 de junho de 2010

Segurança digital


egundo a Cartilha de Segurança para Internet criada em 2006 pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil, a segurança digital consiste na não violação da confidencialidade, integridade e disponibilidade de autenticidade de documentos e dados pessoais.

Alguns exemplos de violações a cada um desses requisitos são:

Confidencialidade: alguém obtém acesso não autorizado ao seu computador e lê todas as informações contidas na sua declaração de Imposto de Renda;

Integridade: alguém obtém acesso não autorizado ao seu computador e altera informações da sua declaração de Imposto de Renda, momentos antes de você enviá-la à Receita Federal;

Disponibilidade: o seu provedor sofre uma grande sobrecarga de dados ou um ataque de negação de serviço e por este motivo você fica impossibilitado de enviar sua declaração de Imposto de Renda à Receita Federal.

Os riscos de segurança digital resumem-se a estes aspectos: furto, falsificação ou perda de identidade. Pode acontecer que alguém obtenha ilicitamente os dados da identidade digital de outrem e os use de forma fraudulenta.

Para prevenir estas situações foi recentemente incluida uma alteração nos cartões multibanco em que a necessidade de inclusão de código PIN previne a utilização abusiva do mesmo. A inclusão de uma vasta gama de informações sobre uma pessoa num mesmo cartão, incluindo-se aí o número de segurança social, de eleitor e número de Bilhete de Identidade pode colocar questões de segurança graves, face ao acumular de informações num mesmo suporte.

A solução para esta situação deverá vir de arquitecturas de rede com níveis de fiabilidade, segurança e operacionalidade elevados.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Racks, blades e torres para servidor


Ao contrário dos desktops, que utilizam gabinetes do tipo torre, os servidores utilizam tradicionalmente gabinetes 1U, 2U, 3U, 4U ou 6U, que são instalados em racks. Os números que dão nomes aos formatos dos gabinetes indicam justamente o número de baias que eles ocupam nos racks. Os gabinetes 1U ocupam uma única baia, os 2U ocupam duas e os 4U ocupam quatro, sendo que um rack de tamanho padrão possui até 42 baias

Escolhendo a altura do rack

A altura é definida em UNIDADES PADRÃO DE ALTURA U: 1U = 44,45mm.

Relacione os equipamentos com suas respectivas Us de altura.

Avalie necessidades de visualização, operação, e manutenção de cada equipamento.

Lembre-se que certos equipamentos demandam espaços estratégicos, dentro e fora do rack.
Economizar espaço no rack pode significar comprometimento das necessidades, gerando dificuldades e desconforto para o funcionamento da instalação.

Dimensione espaços para possíveis expansões, painéis de alimentação e serviço, identificação, e ventilação. Recomenda-se, sempre que possível, o mínimo de 1U livre entre cada equipamento para ventilação.

Some os Us, e procure a dimensão igual ou imediatamente superior ao resultado obtido.
Dimensionando a profundidade
A profundidade é definida em mm.

Verifique qual dos equipamentos é o mais profundo.

Avalie necessidades de operação e manutenção.
Recomenda-se espaços para possíveis expansões, e o mínimo de 80mm, além do dimensionado, para cabeação e instalação de calha de alimentação.

Procure a dimensão padronizada igual ou imediatamente superior ao resultado obtido.

Dimensionando a largura

A maioria dos equipamentos são padronizados na largura útil de 19", outras larguras são fabricadas sob encomenda.
Outros cuidados antes de projetar
Verifique se a alimentação chega pela parte superior ou inferior do rack. Bases, fundos e/ou tampos deverão permitir o acesso dos cabos.
Recomenda-se atenção na fixação dos racks, nos casos em que o acesso dos cabos seja por canaletas no piso;

Avalie previamente necessidades de espaço em torno dos racks. As distâncias entre os racks e eventuais obstáculos ou paredes deverão ser consideradas afim de atender as necessidades de instalação, operação, e manutenção;

Recomenda-se o mínimo de 120cm entre fileiras de racks montados lado a lado;

Racks montados lado a lado dispensam laterais intermediárias, bastando-se um único par para o fechamento externo;

Avalie a necessidade de exaustão. Algumas instalações exigem exaustão forçada.


Faça as contas


Utilize racks cujo plano frontal de montagem de equipamentos não faça parte da estrutura, sendo regulável a sua instalação ao longo da profundidade.
Racks cujos planos frontais de montagem fazem parte da estrutura impedem a utilização de porta frontal, obrigando-se a compra de um segundo plano de montagem, para que os cabos e componentes externos dos equipamentos, fixados no plano, permitam o fechamento da porta frontal.

Solicite ao seu fornecedor que lhe forneça a configuração já devidamente montada. É mais seguro e econômico receber o rack com painéis, bandejas, calhas de alimentação, planos de montagem devidamente posicionados, e todos os acessórios montados no rack. Poucos clientes se dão conta deste serviço associado, que pode ser oferecido e, que dispensa mão de obra de instalação.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Saiba o que significa WLAN!


Wireless LAN ou WLAN (Wireless Local Area Network) é uma rede local que usa ondas de rádio para fazer uma conexão Internet ou entre uma rede, ao contrário da rede fixa ADSL ou conexão-TV, que geralmente usa cabos. WLAN já é muito importante como opção de conexão em muitas áreas de negócio. Inicialmente os WLANs assim distante do público em geral foi instalado nas universidades, nos aeroportos, e em outros lugares públicos principais.

A diminuição dos custos do equipamento de WLAN trouxe-o também a muitos particulares. Entretanto, no Reino Unido o custo de usar tais conexões limitou assim o uso aos lounges das Businessclass dos aeroportos, etc. Nova Iorque começou mesmo um programa piloto para cobrir todos os cinco quarteirões da cidade com a Internet Wireless.

Originalmente a WLAN era muito cara e foi somente usada como uma alternativa ao LAN-Internet com cabo nos lugares onde instalar cabos era difícil ou impossível. Tais lugares poderiam ser edifícios ou salas de aula velhas, embora a escala restrita o padrão IEEE_802.11b limita seu uso aos edifícios menores. Os componentes de WLAN são agora baratos o bastante para ser usado nas horas de repouso e podem ser usados para compartilhar uma conexão Internet com a família inteira. Desenvolvimentos foram feitas nos padrões de transmissão com os protocolos proprietários, mas no fim dos anos 90 estes foram substituídos por padrões, de várias versões IEEE_802.11 (Wi-Fi) (veja artigos separados) ou HomeRF (2 Mb/s, para o uso caseiro.

A falta da segurança das conexões wireless é um ponto fraco, porém muitas (ADSL) conexões broadband são oferecidas agora junto com um ponto de acesso wireless com possibilidade de usar protocolos mais seguros como o WPA. Muitos Computadores portáteis já vêm agora de fábrica com WiFi Centrino instalado e assim elimina a necessidade de um cartão adicional com encaixe (PCMCIA). O uso de Windows xp ou Ubuntu GNU/Linux torna muito fácil configurar um PC como cliente de WLAN e permite aos PCs o acesso o Internet através dos Hotspots (estações base).

Entretanto a falta da perícia em ajustar tais sistemas significa frequentemente que seu vizinho compartilha também de sua conexão Internet, às vezes sem você (ou eles) se darem conta. A frequência em que 802.11b se opera é 2.4GHz, a que pode conduzir interferência com muitos telefones sem fio.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Os tal SERVIDOR é essencial para empresas...


Em informática, um servidor é um sistema de computação que fornece serviços a uma rede de computadores. Esses serviços podem ser de natureza diversa, como por exemplo, arquivos e correio eletrônico. Os computadores que acessam os serviços de um servidor são chamados clientes. As redes que utilizam servidores são do tipo cliente-servidor, utilizadas em redes de médio e grande porte (com muitas máquinas) e em redes onde a questão da segurança desempenha um papel de grande importância. O termo servidor é largamente aplicado a computadores completos, embora um servidor possa equivaler a um software ou a partes de um sistema computacional, ou até mesmo a uma máquina que não seja necessariamente um computador.

A história dos servidores tem, obviamente, a ver com as redes de computadores. Redes permitiam a comunicação entre diversos computadores, e, com o crescimento destas, surgiu a idéia de dedicar alguns computadores para prestar algum serviço à rede, enquanto outros se utilizariam destes serviços. Os servidores ficariam responsáveis pela primeira função.

Com o advento das redes, foi crescendo a necessidade das redes terem servidores e minicomputadores, o que acabou contribuindo para a diminuição do uso dos mainframes.

O crescimento das empresas de redes e o crescimento do uso da Internet entre profissionais e usuários comuns foi o grande impulso para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para servidores.

sábado, 22 de maio de 2010

Entenda como funciona uma PLACA DE REDE!


Uma placa de rede (também chamada adaptador de rede ou NIC) é um dispositivo de hardware responsável pela comunicação entre os computadores em uma rede.

A placa de rede é o hardware que permite aos computadores conversarem entre si através da rede. Sua função é controlar todo o envio e recebimento de dados através da rede. Cada arquitetura de rede exige um tipo específico de placa de rede; sendo as arquiteturas mais comuns a rede em anel Token Ring e a tipo Ethernet.

Além da arquitetura usada, as placas de rede à venda no mercado diferenciam-se também pela taxa de transmissão, cabos de rede suportados e barramento utilizado (On-Board, PCI, ISA ou Externa via USB). As placas de rede para Notebooks podem ser on-board ou PCMCIA.

Quanto à taxa de transmissão, temos placas Ethernet de 10 Mbps / 100 Mbps / 1000 Mbps e placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps. Como vimos no trecho anterior, devemos utilizar cabos adequados à velocidade da placa de rede. Usando placas Ethernet de 10 Mbps, por exemplo, devemos utilizar cabos de par trançado de categoria 3 ou 5, ou então cabos coaxiais. Usando uma placa de 100 Mbps o requisito mínimo a nível de cabeamento são cabos de par trançado blindados nível 5. No caso de redes Token Ring, os requisitos são cabos de par trançado categoria 2 (recomendável o uso de cabos categoria 3) para placas de rede de 4 Mbps, e cabos de par trançado blindado categoria 4 para placas de 16 Mbps. Devido às exigências de uma topologia em estrela das redes Token Ring, nenhuma placa de rede Token Ring suporta o uso de cabos coaxiais.

Cabos diferentes exigem encaixes diferentes na placa de rede. O mais comum em placas Ethernet, é a existência de dois encaixes, uma para cabos de par trançado e outro para cabos coaxiais. Muitas placas mais antigas, também trazem encaixes para cabos coaxiais do tipo grosso (10Base5), conector com um encaixe bastante parecido com o conector para joysticks da placa de som. E também existem vários tipos.

Placas que trazem encaixes para mais de um tipo de cabo são chamadas placas combo. A existência de 2 ou 3 conectores serve apenas para assegurar a compatibilidade da placa com vários cabos de rede diferentes. Naturalmente, você só poderá utilizar um conector de cada vez.

sábado, 15 de maio de 2010

Qual a função do HUB?


HUB ou Concentrador, é a parte central de conexão de uma rede [1]. Muito usado no começo das redes de computadores ele é o dispositivo ativo que concentra a ligação entre diversos computadores que estão em uma Rede de área local ou LAN. Trabalha na camada física do modelo OSI, ou seja, só consegue encaminhar bits.

Apesar de sua topologia física ser em estrela, a lógica é comparada a uma topologia em barramento por não conseguir identificar os computadores em rede pelos endereços IP, não conseguindo assim rotear a mensagem da origem para o destino.

Neste caso o HUB é indicado para redes com poucos terminais, pois o mesmo não comporta um grande volume de informações passando por ele ao mesmo tempo devido sua metodologia de trabalho por broadcast, que envia a mesma informação dentro de uma rede para todas as máquinas interligadas. Devido a isto, sua aplicação para uma rede maior é desaconselhada, pois geraria lentidão na troca de informações pelo aumento do domínio de colisão.

Atualmente fabricantes costumam anunciar a venda de HUBS gerenciáveis que na verdade trabalham com função semelhante a um Switch.

sábado, 8 de maio de 2010

Entenda o que é um Switch!!!


Um switch é um dispositivo utilizado em redes de computadores para reencaminhar módulos (frames) entre os diversos nós. Possuem portas, assim como os concentradores (hubs) e a principal diferença entre um comutador e um concentrador, é que o comutador segmenta a rede internamente, sendo que a cada porta corresponde um domínio de colisão diferente, o que significa que não haverá colisões entre os pacotes de segmentos diferentes — ao contrário dos concentradores, cujas portas partilham o mesmo domínio de colisão. Outra importante diferença está relacionada à gestão da rede, com um Switch gerenciável, podemos criar VLANS, deste modo a rede gerida será divida em menores segmentos.

Os comutadores operam semelhantemente a um sistema telefónico com linhas privadas. Neste sistema, quando uma pessoa liga para outra, a central telefónica conecta-as numa linha dedicada, possibilitando um maior número de conversações simultâneas.

Um comutador opera na camada 2 (camada de enlace), encaminhando os pacotes de acordo com o endereço MAC de destino, e é destinado a redes locais para segmentação. Porém, atualmente existem comutadores que operam em conjunto na camada 3 (camada de rede), herdando algumas propriedades dos roteadores (routers).